Dingo o béu...
Gostaria de nesta antevéspera do Natal estar contaminado com o espírito da festa. Não estou. E não é porque me falte o espírito natalino, mas porque esse espírito que reina não condiz em nada com o verdadeiro sentido da festa.
Nessa época, como que por magia, todos viram bonzinhos, os bancos, sempre tão ávidos por explorar cada níquel, cada centavo dos seus clientes com juros de agiota, viram cordeirinhos, cheios de amor pra dar. O comércio faz o maior esforço para provar que você só é feliz se gastar o seu último centavo com presentes.
Enquanto isso Jesus continua nascendo nas manjedouras desse mundo...
